A partir de entrevistas com 14 mulheres com deficiência física de bairros periféricos de João Pessoa, o artigo analisa como, em contexto de pobreza e ausência de políticas públicas, elas assumem simultaneamente os papéis de cuidadoras e cuidadas. Aponta para uma gramática moral da superação que reforça exploração e silencia suas necessidades, discutindo interdependência, vulnerabilidade e ética do cuidado com base nos estudos feministas e dos disability studies.
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