O artigo analisa como o rap e o movimento hip hop constroem representações da mulher. Com base em 32 letras de rap e entrevistas com integrantes do movimento, a autora identifica estereótipos como “mãe”, “objeto” e “lutadora”, discutindo tensões entre discursos conservadores e emancipatórios. Destaca as letras produzidas por mulheres, que reivindicam visibilidade, ruptura de normas de gênero e novas identidades femininas.
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