O estudo conta a história das mulheres que trabalham com pesca artesanal em Miracema do Tocantins. Mostra que elas fazem todas as etapas da pesca — como preparar os apetrechos, pescar, limpar e vender o peixe — mas ainda são vistas como “ajudantes” e não como profissionais. As mulheres solteiras se consideram pescadoras de verdade, enquanto as casadas acham que estão “ajudando” o marido. O texto mostra que essa diferença tem a ver com desigualdade entre homens e mulheres, e propõe que essas trabalhadoras sejam mais reconhecidas e valorizadas.
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