O artigo analisa o aborto clandestino entre adolescentes de 12 a 17 anos moradoras de uma favela na Zona Sul do Rio de Janeiro. Com base em entrevistas em profundidade, descreve trajetórias, métodos usados e redes de apoio acionadas, revelando experiências marcadas por solidão, clandestinidade e ausência de suporte familiar. A pesquisa mostra como raça, classe e gênero interseccionam vulnerabilidades na juventude periférica.
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