O artigo compara transformações nas práticas associativas em duas periferias urbanas surgidas da luta por moradia — o bairro Monte Cristo, em Florianópolis, e a Cova da Moura, em Lisboa. A análise revela como as mulheres foram protagonistas nesses processos, articulando redes de cuidado, cultura e ativismo em meio à reconfiguração territorial. Discute a migração de modelos reivindicativos para projetos sociais e o impacto da feminização do espaço público comunitário.
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