https://ri.unir.br/jspui/handle/123456789/3922
A dissertação mostra como as mulheres indígenas de Rondônia, organizadas na associação AGIR, lutam por seus territórios, cultura e vida. Elas se uniram para enfrentar invasores e problemas como violência, alcoolismo e falta de direitos. Para elas, o território é mais que terra — é corpo e espírito. A pesquisa valoriza essa visão e mostra como o feminismo indígena mistura cuidado com a natureza, força política e respeito à ancestralidade. A autora participou da IV Assembleia da AGIR, fez entrevistas e analisou discursos das mulheres.
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