O artigo analisa o livro Memórias de Plantação, de Grada Kilomba, destacando como o racismo cotidiano atravessa as experiências de mulheres negras. A autora propõe uma leitura decolonial e subjetiva da obra, discutindo epistemologia, violência simbólica, trauma e resistência. A reflexão evidencia como raça, gênero e sexualidade operam em múltiplas camadas de silenciamento e exclusão — especialmente na academia
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