Desenvolvimento econômico no Estado do Espírito Santo versus territórios quilombolas, sob a ótica pós-colonial

O artigo fala de como o desenvolvimento industrial no Espírito Santo, a partir das décadas de 1960 e 1970, afetou comunidades quilombolas. Muitas famílias foram expulsas de suas terras, que passaram a ser ocupadas por empresas, como a Aracruz Celulose. O texto mostra que o modelo econômico ignora os direitos das comunidades negras e usa teorias pós-coloniais para discutir racismo, desigualdade e luta por reconhecimento. As comunidades quilombolas são vistas como resistência à lógica capitalista dominante e buscam o direito à terra e à valorização cultural.