A pesquisa investiga a construção de uma clínica psicanalítica pública junto ao Coletivo Preta Velha, na periferia de Porto Alegre. A escuta semanal individual e coletiva de mulheres periféricas revela o sofrimento sociopolítico atravessado por raça, gênero, classe e território. Com metodologia baseada em fragmentos narrativos e atenção flutuante, propõe uma clínica comprometida com transformação social. A dissertação articula psicanálise, feminismo negro, interseccionalidade e escuta territorializada como ferramentas de resistência, ampliando o lugar da fala e o direito ao cuidado para mulheres historicamente silenciadas.
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