A partir de três etnografias realizadas em São Carlos e Mogi das Cruzes, o artigo analisa como ações do Estado — como o Programa Minha Casa Minha Vida, o Bolsa Família e as remoções por reintegração de posse — afetam a vida cotidiana de mulheres periféricas, especialmente em suas práticas de moradia, deslocamento, cuidado, trabalho e resistência. Propõe que “ganhar” e “perder” casa não são opostos fixos, mas processos sociais marcados por ambivalência, vulnerabilidade e reconstrução constante das casas, redes e trajetórias femininas.
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