O artigo analisa a vida de mulheres reassentadas por causa da construção da Usina Hidrelétrica de Estreito, no norte do Tocantins. Mostra como elas perderam autonomia, fontes de renda e viveram insegurança com abastecimento de água, moradia e transporte. Mesmo sendo as principais cuidadoras do lar e da família, sua voz foi apagada nas decisões e processos. A pesquisa dá destaque às suas memórias e práticas cotidianas, denunciando a ausência de políticas públicas e revelando a força dessas mulheres na reconstrução de suas vidas.
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