O artigo mostra como as mulheres quebradeiras de coco mantêm há mais de 40 anos a prática da quebra do babaçu no norte do Tocantins. Esse trabalho manual é fonte de renda, identidade e resistência em meio a conflitos agrários. Elas lutam pela preservação dos palmeirais e pela livre circulação nos territórios, enfrentando grandes fazendeiros e o avanço do agronegócio. A organização em cooperativas e movimentos como o MIQCB garantem direitos e visibilidade. A quebra do coco não é só trabalho: é união, cultura e pertencimento ao território.
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