O artigo analisa as especificidades das opressões vividas pelas mulheres negras na Amazônia, apontando os limites das teorias feministas negras centradas no eixo sul-sudeste do país. A partir de uma revisão bibliográfica, propõe incorporar territorialidade e regionalidade como dimensões fundamentais para compreender a exploração histórica, a resistência e os saberes afroamazônidas. Também destaca o protagonismo de mulheres negras na luta contra o racismo ambiental, o extrativismo predatório e a invisibilidade nacional.