A dissertação analisa as percepções e experiências de sete mulheres da Microrregião de São Mateus (ES) que decidiram interromper a gravidez. Por meio de entrevistas qualitativas em domicílio, o estudo aborda os motivos para o aborto (como condição socioeconômica, falta de apoio e medo da rejeição familiar), os métodos utilizados (como uso de Cytotec, chás, sondas) e os sentimentos envolvidos (culpa, alívio, tristeza). A autora discute o aborto como um problema de saúde pública vinculado a questões de gênero, desigualdades e exclusão.