Tinha Que Ser Preta! Mulheres pretas, identidades e movimentos nas periferias de Franca (SP)

A partir de uma abordagem afrocêntrica, o trabalho investiga a construção da identidade de mulheres pretas periféricas em Franca (SP). Com base em entrevistas e participação em coletivos locais, a autora mapeia as práticas cotidianas de resistência, as relações entre raça, gênero e território, e o impacto do movimento “Tinha Que Ser Preta!” como espaço de afirmação política e afetiva. Discute saberes ancestrais, espiritualidade, estética negra e os atravessamentos entre subjetividade e ativismo na periferia.

https://repositorio.unesp.br/entities/publication/8f8d161f-b4eb-4cfb-92bb-550393f9662a